Babás

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O PAPEL DA BABÁ – A necessidade de voltar ao trabalho impede que muitas mães prolonguem o contato permanente com o filho, e isso implica a procura de alternativas para cuidar do bebê. Trata-se de uma tarefa importantíssima. Porém, entre o ideal e o possível, sempre se deve escolher o possível. As primeiras experiências de separação representam uma mudança significativa. Escolher uma pessoa para cuidar do bebê causa desconforto, pois costuma provocar sentimentos contraditórios: um misto de gratidão, ciúme, alívio, rivalidade e cooperação. Por não ser tarefa fácil, a contratação de uma babá requer alguns cuidados. Como em todo emprego, convém solicitar um atestado médico e a carteira de vacinação.

Outros pré-requisitos essenciais de uma babá:

- Ter experiência anterior ou noções de como a criança cresce e se desenvolve;

- Possuir boas referências ou ter trabalhado para alguém conhecido;

- Obedecer princípios de higiene;

- Saber reagir com eficiência em situações de emergência (febre, choro, excessivo, acidentes);

- Conhecer e saber aplicar medidas de primeiros socorros;

- Manter bons hábitos (não fumar, não beber, não usar drogas ou remédios);

- Ser alfabetizada para poder ler instruções, histórias, receitas médicas;

- Ser afetiva, gostar de brincar e saber se comunicar com a criança.

É importante acompanhar o trabalho da babá, observando seu comportamento e sua prática no cuidado com o bebê, o tipo de brincadeiras que faz e as reações das crianças. Assim a mãe não só se sentirá mais segura e confiante, quando voltar ao trabalho, como também a criança terá assegurado o seu conforto.
Mesmo quando a mãe toma todos os cuidados, a escolha da babá pode ser inadequada. Mas isso não representa uma tragédia.

REAÇÕES DA CRIANÇA O importante é manter-se atenta em relação à conduta da criança (variações de humor; apetite e sono), um bom indicador para avaliar se ela se sente tranqüila sob os cuidados da babá.
No entanto, se ao retornar do trabalho a mãe encontrar o filho chorando, agitado e muito nervoso, ela deve lembrar que as crianças descarregam suas paixões e sentimentos intensos nas pessoas que são verdadeiramente importantes para elas. Trata-se, na maioria das vezes, de uma reação saudável de ligação com a mãe.
Portanto, num primeiro momento não se deve responsabilizar a babá por toda a irritação do filho nem atribuir culpas, mas refletir sobre o significado do comportamento da criança.
Cabe ainda lembrar que a mãe não pode pensar que só ela é capaz de gostar e cuidar bem do seu filho. É fundamental, sim, que ela dite as regras das atividades da casa e da criança e trate a babá como uma colaboradora.
A mãe não deve admitir ser colocada na condição de “marinheira de primeira viagem”, delegando, por insegurança, funções que lhe cabem prioritariamente. O papel da babá é o de auxiliar a mãe. A tentativa, o erro e o acerto são excelentes passos para esse aprendizado. Com esses cuidados, a babá não pode se tornar uma figura importante para que a mulher possa equacionar da melhor maneira o duplo papel de mãe e profissional.

Fonte: www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u409210.shtml 
 

Noticias

Babás

Não é de hoje que as babás são temas de livros, artigos e filmes.

Nos filmes, encontramos aquelas babás dedicadas que nos fazem chorar de emoção.

Como por exemplo:

MARY POPPINS

NOVIÇA REBELDE

A BABÁ ENCANTADA

GRANDE MENINA, PEQUENA MULHER

É um aprendizado para todas as babás.

É claro que não buscamos uma babá encantada!

Mas aquela que acima de tudo ame a sua profissão.

 

 

 


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